Como importar dados do Excel para a tabela do INFER 32?

Inicialmente, observe os passos abaixo:

  • A tabela do Excel não pode ter células mescladas;
  • A primeira linha deve conter apenas os títulos das variáveis;
  • Na segunda linha em diante devem ser colocados os valores e informações das amostras;
  • Formate as colunas numéricas para não exibir unidades monetárias (como “R$”) ou ponto de casa de milhar;
  • Não é necessário criar uma coluna com a sequência numérica dos elementos;
  • Após a importação dos dados é necessário verificar e configurar na planilha do Infer, caso necessário, os tipos de variáveis, as alternativas das variáveis dicotômicas e qualitativas, data, equação, etc.

Caso os pontos acima estejam OK, prossiga para a próxima etapa:

  • Abra a planilha do Excel e salve-a como “Texto (separado por tabulações)” ou “Texto (MS-DOS)”;
  • Após salvar a planilha, feche o arquivo do Excel antes de abrir no Infer32. Se ela estiver aberta, não será possível fazer a importação;
  • Abra o “Infer 32 – Módulo de Estatística”;
  • Clique em Arquivo >> ler planilha;
  • Navegue até a pasta onde salvou a planilha de texto do Excel;
  • Na opção de “Tipo”, selecione “Arquivos de texto (*.TXT)”;
  • Selecione então a planilha que havia salvado anteriormente;
  • Clique em abrir e todos os dados do arquivo virão para a tabela do Infer.

Por fim, você pode organizar as informações e depois começar a utilizar os dados.

Atenção aos pontos abaixo:

Os valores das amostras nas colunas de variáveis qualitativas e dicotômicas devem estar rigorosamente escritas conforme as alternativas das variáveis correspondentes. Se houver diferença na grafia, os valores ficarão em branco e será necessário selecionar cada opção manualmente.

Caso os valores numéricos da sua planilha do Excel estejam sendo carregados como Texto no Infer32, abra a planilha novamente no Excel, selecione a coluna desejada e utilize a opção “Formatar Célula” > “Número”.

Recomendamos que após editar a planilha, salve ela usando a opção “Arquivos > gravar Como” e após escolher um local de salvamento e um nome ao documento, escolha o formato/tipo de arquivo “.IW3“.

Preciso fazer algum curso para aprender a utilizar o INFER 32?

Não é necessário um curso específico para o manuseio do INFER32. Fornecemos nossos Manuais de Instruções, que consistem no Manual de Operação do INFER32 e o Manual de Itens do Relatório, disponíveis em nosso site na área de Download.

 

Estes manuais são de fácil entendimento, didáticos, práticos e autoexplicativos. Uma vez que sejam lidos e tenha sido seguidos os exemplos disponíveis na versão de demonstração do software INFER32, bem como na versão completa, todas as dúvidas de funcionalidade do programa serão sanadas, sobretudo para novos usuários.

 

Para treinamentos e cursos na área de avaliações, perícias, interpretação de resultados, dentre outros, você pode acessar nossa página na seção de Cursos, onde recomendamos alguns de nossos clientes e parceiros. Ou você pode procurar o IBAPE ou outro órgão regulamentador de seu estado.

Como o Infer trata as normas e as restrições estabelecidas nela?
  • Os valores fornecidos na janela “Significâncias e confianças” representam a interpretação da Ária a respeito dos critérios definidos pela norma NBR 14653-2 bem como outras que a antecederam. Não é impossível que haja discordâncias em relação a esta interpretação. Caso alguma discordância seja levantada, avaliaremos e responderemos conforme forem surgindo.

  • Esta janela de “Significâncias e confianças” pode ser alterada pelo usuário. O usuário pode, inclusive, colocar valores incompatíveis com a norma. Isso foi feito assim para que não fosse necessário intervenção da Ária sempre que fosse feita uma alteração na norma.
  • Esta janela de “Significâncias e confianças” permite que o usuário crie uma configuração sua, particular, e grave para que seja usada nas suas avaliações. Isso pode parecer estranho mas a norma não trata de todas as significâncias e pode ser que o usuário deseje definir seus próprios critérios quando a norma não tratar deles.
  • Os cálculos do Infer usam as significâncias e confianças definidas nesta janela para fazer os cálculos dos testes estatísticos. Por isso, mesmo nos itens não tratados pela norma, é necessário que se defina os valores de significância/confiança que se deseja usar para que seja possível fazer os cálculos.
  • Os itens definidos nas normas, em seus diversos níveis devem ter marcados os quadros identificados por [ ] Normatizada em cada uma das significâncias/confianças ou critérios. Se o quadro estiver como [√] Normatizada, o Infer assumirá que aquele item está definido em norma.  Se, por outro lado estiver como [ ] Normatizada, o Infer ainda assim usará o valor de significância para os cálculos, mas assumirá que aquele item não está definido na norma.

  • Os cálculos são exatamente iguais, seja o item marcado como [√] Normatizada, quanto [ ] Normatizada.
  • Quando um item (qualquer que seja ele) estiver marcado como [√] Normatizada, no item de relatório relativo àquele item, aparecerá a mensagem indicando que aquele item está satisfazendo um critério estabelecido em norma (se o resultado assim o indicar) ou que não está atendendo um requisito estabelecido em norma (se o resultado não satisfizer os limites da norma).
  • Quando um item (qualquer que seja ele) estiver marcado como [ ] Normatizada, no item de relatório relativo àquele item, será indicado se o resultado satisfez o limite de significância/confiança ou outro critério, mas nenhuma referência a qualquer norma será colocada. Esta diferença na mensagem no item do relatório é a única diferença entre os itens marcados como normatizados ou não.
  • Nos itens em que critérios ou limites não são estabelecidos em norma, foi colocado no Infer um valor que pareceu ao corpo técnico como adequado aos demais limites daquela norma, naquele nível. Naturalmente, como estes valores não estão definidos em norma, podem ser livremente alterados pelos usuários sem que isso impacte na validade dos resultados.
  • De qualquer forma, em todos os itens de relatório onde for aplicável, é informado qual o valor da significância/confiança usado para os cálculos, de forma que aquele que estiver lendo o relatório não possa ser induzido a erro de análise por não saber baseado em que significância cada um dos itens foram calculados.
É possível efetuar avaliações de bens móveis (carros, motos, etc) com o INFER 32?

Com o nosso sistema INFER32, é possível efetuar avaliações de imóveis, móveis, de bens tangíveis e intangíveis, visto ser a Inferência uma dedução feita com base em informações ou um raciocínio que usa dados disponíveis para se chegar a uma conclusão.

Inferir é deduzir um resultado, por lógica, com base na interpretação de outras informações e, no nosso caso, via estatística.

Se for possível conhecer o mercado que ser quer avaliar e definir corretamente quais variáveis são necessárias para a avaliação, existe uma probabilidade estatística de se fazer a avaliação de qualquer bem.

Basta configurar as opções disponíveis no menu do Infer32 – Módulo de Estatísticas: “Configurações” > Significâncias/Confianças”, conforme as normas vigentes para o bem avaliado, e utilize o software normalmente.

Como adicionar uma variável do tipo Proxy no INFER 32?

A variável “Proxy” conforme item 3.77 da NBR 14653-2 é “utilizada para substituir outra variável de difícil mensuração e que se presume guardar, com ela, uma relação de pertinência”.

Por exemplo: você pode utilizar valores do “CUB” para classificar “Padrão de Acabamento” do elementos da amostra e do imóvel avaliando, ainda também, índices de valores de Planta de Imposto Predial para classificar localização, e na prática há outros exemplos.

Nesse sentido, o dado que o avaliador possuir será determinante para escolher se o Infer32 irá tratá-lo como Numérico (CUB, Índices das Prefeitura) ou Qualitativo, como exemplo.

Em outras palavras a variável “proxy” será sempre uma ou outra alternativa entre numérica ou qualitativa em qualquer programa de Inferência e cabe ao usuário escolher e configura-la, em posse das informações dos imóveis sendo avaliados.

Como configurar o Banco de Dados do INFER 32 para usar em rede?

É possível utilizar o Banco de Dados do Infer32 em mais de um computador de uma mesma rede, desde que o mesmo banco não seja aberto em mais de um computador simultaneamente para que as alterações de um usuário não sobrescrevam as alterações de outro usuário trabalhando ao mesmo tempo.

Este passo a passo detalha um processo relativamente simples, mas que exige um pouco de conhecimento em informática da parte do usuário. Recomendamos que ele seja feito pelo Técnico de Informática da sua empresa.

No computador Servidor – o local de base onde ficará salvo o Banco de Dados para toda a rede, siga os procedimentos abaixo:

  • Localize a pasta C:\Infer32, clique com o botão direito sobre ela e selecione a opção Propriedades

  • Na aba Segurança, clique em Editar e Adicionar na janela que aparecer em seguida..

  • No campo em branco, escreva a palavra “Todos“, clique em Verificar nomes, selecione “Todos” e aperte Ok nas duas primeiras janelas.

  • Clique em Todos, marque um V na caixa de Controle Total / Permitir e dê um OK.

  • Na aba de Compartilhamento, clique em Compartilhar.

  • Deixe todos os usuários com a opção de Leitura/Gravação selecionadas e clique em Compartilhar, depois em Pronto. Basta fechar a janela depois.

Nos computadores Cliente – os locais que acessarão o Banco de Dados pela rede, siga os procedimentos abaixo:

  • Acesse o navegador de arquivos do Windows, entre na Rede, localize o computador Servidor, clique na pasta compartilhada do Infer32 e selecione a opção Mapear Unidade de Rede

  • Clique sobre o novo disco criado e entre na pasta “Bancos de Dados”

  • Copie o endereço da pasta na barra de navegação. Exemplo: “Z:\Bancos de Dados” (atenção: a primeira letra pode variar)

  • Vá até a pasta Local do seu computador C:\Infer32\programas e abra com o bloco de notas o arquivo chamado “bdados.ini

  • Na segunda linha onde está escrito “Dados=c:\Infer32\bancos de dados” substitua o endereço para o local de seu novo de dados. Exemplo: “Dados=Z:\Bancos de Dados\” (atenção: a primeira letra pode variar)

  • Feche o arquivo, salve-o e o processo estará terminado.

Em caso de dúvidas, ligue para nossa empresa no telefone (31) 3295-1538 de segunda à sexta, das 10 às 17:30 horas, e poderemos lhe auxiliar.

Como fazer o Infer32 utilizar todos os meus regressores?

O Infer32 é um gerador de modelos matemáticos que irá exibir uma janela com os 50 melhores modelos conforme as amostragens e variáveis inseridas pelo usuário. Com isso o avaliador pode ter uma ideia de qual melhor modelo escolher levando em consideração o coeficiente de correlação, R2, números de regressores e o grau de precisão.

O avaliador pode conferir neste ponto se existe algum modelo matemático que aceite mais regressores, mas isso poderá implicar em ter uma correlação menor.

O ideal é observar a amostra, o número mínimo de elementos conforme a norma utilizada, se as variáveis independentes escolhidas representam o mercado do seu imóvel avaliando ou devem ser retiradas, se outra(s) variáveis independentes devem ser adicionadas, se a variável dependente está devidamente configurada no Infer32 (clicando com o botão direito sobre ela e escolhendo a opção “Definir Variável Dependente”), etc.

Qual a diferença entre Valor Esperado e Valor Estimado? Qual deles afeta meu relatório?

Em estatística, a expressão E[Y] representa o Valor Esperado, ou seja, a Variável Dependente em si, geralmente representada em uma avaliação pelo valor unitário [V.U.], que costuma ser o valor dividido pela área.

Já o Valor Estimado no Infer32 é o valor de um imóvel avaliando, ou seja, a Área dele vezes Reais por metro quadrado, que resulta em um valor em reais.

Em resumo, o E[V.U.] é o valor unitário, e o Valor Estimado é o valor total e que representa a precisão.

O E[Y] não interfere na precisão, no geral a informação mais importante é o Valor Estimado.

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